“Não me subestime, às vezes eu me faço de cego para enxergar mais longe.”
“Quantas vezes você ficou com um nó na garganta? Quantas vezes você estava mal e disse que estava bem? Quantas vezes você quis chorar e sorriu, ou chorou desejando sorrir? Quantas vezes uma só palavra, um só gesto destruiu o seu dia? Quantas vezes você ficou calada mesmo querendo falar? Quantas vezes você guardou pra si mesma tudo o que te corroia por dentro? Quantas vezes você se sentiu sozinha, mesmo com tantas pessoas a sua volta? Quantas vezes uma simples brincadeira te matou por dentro e você apenas sorriu mostrando que estava tudo bem? Quantas vezes você foi forte o suficiente pra passar por tudo isso? Quantas vezes você disse que não é forte e esqueceu-se de tudo o que um dia enfrentou?”
“Nunca fui de sentir muito, ou melhor, nunca fui de demonstrar o que sentia. Sempre achei melhor esconder, fingir que não estava mal, sorrir e deixar pra ficar triste em casa, sozinho. Sempre achei que seria melhor assim, sem ninguém por perto, sem pessoas perguntando o que tinha acontecido… O problema que isso cansa, uma hora você não aguenta mais e então, você chora.”